AGORA SEI O QUE SENTE UM POETA... http://criarnovaliteratura.nireblog.com É assim que eu me sinto depois de sentir como se um camião tivesse passado por cima de mim... Fri, 06 Nov 2009 00:49:50 +0100 AGORA SEI O QUE SENTE UM POETA... http://static.nireblog.com/imagenes/logo.png http://criarnovaliteratura.nireblog.com http://nireblog.com Foi assim... Amor... http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2009/10/11/foi-assim-amor http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2009/10/11/foi-assim-amor Escrevo palavra a palavra
um poema que não tem
rima... por isso deito fora...
Para mim é imperfeito...
Tento novamente e aí
as palavras são semelhantes
mas no entanto não têm sentido juntas...
Resultado desastroso...

Fico assim preocupado com isso tudo...
Esta falta de iniciativa...
Assim abandonei a complexidade
de uma língua tão completa e incompleta,
tão bela e tão traiçoeira...

Troco todo este universo pela simplicidade do meu coração...
E foi assim que comecei este poema e apenas quero acabá-lo por...
Adoro-te simplesmente por seres tu mesma...
Algo que te posso pedir... que devo pedir-te...
Não mudes... sê tu mesma...
Porque foi por ti que me apaixonei...

Tony Carvalho

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Sun, 11 Oct 2009 17:24:17 +0100
Teoria muito esquisita… http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2009/01/26/teoria-muito-esquisita%e2%80%a6 http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2009/01/26/teoria-muito-esquisita%e2%80%a6 Ódio e amor só podem entrar no mesmo espaço em duas pessoas diferentes, pois quem ama não odeia e quem odeia não consegue amar… Se a mesma pessoa sentisse as duas coisas ao mesmo tempo, de certeza que o amor venceria sobre os piores dos males com a espada no coração do outro… porque ama-se, apenas tenta-se esconder o amor com a fachada de maldade… DEIXA QUE O CORAÇÃO AME À SUA VONTADE…

Tony Carvalho

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Mon, 26 Jan 2009 17:08:27 +0100
Quando não sei o que fazer… http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2009/01/26/quando-nao-sei-o-que-fazer%e2%80%a6 http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2009/01/26/quando-nao-sei-o-que-fazer%e2%80%a6 Perdi-me e cometi muitos erros, deixei-me levar por algo que eu não consigo explicar. Fiz com que tudo que eu sou se transforma por algo, por alguém que não quer de todo demonstrar uma verdade. Atirei-me de cabeça e tenho a certa sensação de que foi contra uma parede e estou zonzo. Contudo mais do que isso, dói muito. Essa dor não passa por não saber qual é o sintoma e qual a responsabilidade desse algo, desse alguém. Provavelmente nem quero saber… culpar é a atitude dos mais fracos. Por acaso já me culpei de algo mas sem necessidade de haver sentença e condenação. É apenas uma referencia… Mas estou neste estado e quero uma cura, aliás necessito para que mais ninguém sofra por minha causa. Por isso te peço ajuda. Peço-te que mostres o caminho que eu não consigo ver. Resumo a minha actual vida a uma confusão. O vento leva-me para o lado errado e eu deixo que me leve para não sei onde… não consigo parar e isso deixa-me assustado. Só tu me darás o que eu preciso para aprender… algo ao qual se pode chamar de lição… para o resto da vida… Só tu… E não sei se te posso pedir essa ajuda… E nem sei se tenho esse direito… ou se vou ter que me desenrascar sozinho… Mas sei que seria melhor tu intervires, seria tu a explicar-me onde fiz um erro, serias tu a dar-me apoio para recuperar… deixo assim nas tuas a decisão… mas quero que te lembres que tudo que decido não afecta apenas uma pessoa… mas muito mais. Peço que não te esqueças disso… Peço que não te esqueças de mim… porque preciso de ti…

Tony Carvalho

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Mon, 26 Jan 2009 17:07:15 +0100
Perdido http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2009/01/26/perdido http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2009/01/26/perdido Há por vezes muitas coisas que pouco nos agrada e mesmo assim somos obrigado a vivê-las… há por vezes muitas coisas que denunciamos no comportamento dos outros mas que repetimos com ou sem consciência disso… pessoalmente sou assim e admito-o por grandes males meus. Tentei corrigir isso, por vezes consegui e outras vezes nem por isso… é um defeito que o cultivei. E até onde me pode levar tudo isso?
Condenei os que estavam sós mesmo sem saber porque motivo o estavam… Ri-me talvez um pouco de quem sofria desse mal… e agora sou quem sofre desse lado perdido da vida… que nunca ninguém quer saber… ou que não consegue ver de olhos bem abertos… com visão de frente… e agora vejo o que se vive nesse sentimento…
Tenho uma idade que nada tem a ver com a era das crianças… que nada tem a ver com o mundo dos adultos… que nem parece fazer parte desse mesmo mundo… porque não sei em que ponto me insiro nesta sociedade. Velho para brinquedos, velho para namoricos, novo para namoros definitivos, novo para casar, novo para ter filhos… disse o que vinha antes, e não aconteceu… disse o que vinha depois e talvez não vá acontecer… mas isso depois logo se vê… mas sobra o agora ao qual não se dá destino nem se consegue perceber e de facto não sei o que se pode pensar… por isso estou muito perdido…
De facto nesta idade não me percebo… talvez esteja à espera de que algo me indique o caminho… mas uma suposição que não tem resposta pronta para ser encontrada… tenho de procura-la… e mesmo assim não sei se algum dia encontrarei a resposta… porque o tempo passa… e estou só… e nada me tira o olhar dessa palavra… até é de acreditar que a lei da atracção que utilizo é feita para afastar… parece que recortei a palavra solidão e coloquei-a no meu coração… mas não sei… porque não o vejo…
Para ser sincero, os meus vinte anos passaram sem que conhece-se ponto do que pode ser viver um romance… nem pequeno, nem grande, nem forte, nem ligeiro… nada disso me mexeu no meu coração, nada disso me deu um momento que eu preciso… mesmo não merecendo, quero-o se não quero morrer sem ter amado com um amor no seu esplendor… e não sei se isso será possível… duvido… estou perdido… Se me perguntarem o que desejo, eu respondo que não sei. Isso só acontece pelo simples facto de que aparecem todo o tipo de coisas que eu queria e essa impede a outra de vir… e não sei qual eu quero mais… não sei… e assim e difícil… porque estou perdido…
Não me vejo bem enquadrado em determinados cenários… mas também não me vejo mal… o que torna as coisas muito indecisas… aliás tornaria porque não há ninguém que me vê como pessoa para ter algo de sério… mas também não dou a conhecer-me… não mostro se poderia acontecer ou não… se é ou não uma situação que m desagradaria… ou algo assim… não sei… nisso estou perdido… e sei que nada faço para destruir a barreira que m separa da felicidade… sei que não luto para que esta solidão se evapore pelo ar e me deixe para sempre… tudo isso porque estou perdido…
Depois de cair algumas vezes, perdi a minha segurança para declarar o meu sentimento de coração aberto, pronto a que seja destruído pela maldade de querer destruir tudo isso… depois de não conseguir deixar que o que eu sinto saísse deste meu peito e beijasse quem eu gosto… ou será que não gosto? Estou perdido… Apenas sei que estou sem ninguém e não sei como se faz para encontrar alguém para matar o só…
Já fiz a queixa e agora só me resta tentar mudar isso ou será o meu fim… será altura de tentar de ganhar coragem e andar para a frente porque haverá quem queira… sei que haverá de uma certa forma resultados positivos… apenas necessito de quem me encontre… por estou perdido. Lei da atracção… talvez funcione… é uma forte hipótese… mas para tal necessito das condições emocionais e mentais para que funcione… Ainda tenho de repetir o estudo que me deixou a pensar de como isso pode funcionar… porque estou perdido… só…
Com o problema descoberto, com solução teórica posta como possibilidade muito forte, só falta criar as condições para que tudo isso acabe por acontecer… ou senão nunca mais sairei desta… mas sei que acontecerá… em primeiro lugar é necessário pedir com toda a sinceridade… e depois ter o comportamento como se tal já tinha acontecido… como se o que desejássemos estava guardado como num truque de magia… e pode ser assim… ou não… estou perdido por isso não perco nada em tentar… perco mais ao ficar parado… sem fazer nada… talvez seja esse o meu erro… ficar sem que nada fizesse… mesmo assim não acredito… porque quando fazia tal coisa… nada eu tinha… mas voltar a tentar não custa muito e lamentar-se não é a solução mais adequada… não sei porque estou perdido…
Sem rumo, sem destino, sem parar e ao mesmo tempo ao ficar parado… vou vagueando à espera que pare um coração que me dê boleia até onde preciso e quem sabe que não seja essa mesma do qual preciso… quem sabe… quem sabe… estou perdido… pareço um animal com fome sem saber onde tem há que procurar para se alimentar em sentimento… tal como os lobos, fujo um pouco do mundo dos humanos para que não seja atingido por eles como têm tentado fazer a ver se conseguiam destruir… mas vejo que se não for também me perco… mais do que aquilo hoje estou… mais do que é necessário… mais do que é costume… que até parece que o que eu procuro está no entanto no meio do bosque… no meio onde não se veja por onde passe… até posso ser espiado e não sei… porque ando perdido…
Defino este texto como última tentativa de procurar o verdadeiro sentimento… amor que se acende para sempre ou quase… aquele nos deixa com ciúme quando se vê algo mais do que necessário entre duas pessoas que não têm intimidade… que chore quando um magoa o outro… que possa rir dos erros do outro, brincadeira quando se faz uma tolice… saudade de quando se vê essa pessoa a deixar nos mesmo que seja por um dia, hora, minuto… que possa haver de tudo um pouco e sem que se pense em separação sem que se lute o mínimo para ter a certeza que só se dá fim quando já não há mais nada se não a solidão mesmo estando juntos…
Defino isto tudo como uma viragem para algo de melhor… e será melhor… basta acreditar que tudo é possível… Defino isso como um desabafo que mude algo… e que talvez me guie até à verdade…

Tony Carvalho

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Mon, 26 Jan 2009 17:05:48 +0100
Dois anos da minha vida… http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/12/18/dois-anos-da-minha-vida%e2%80%a6 http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/12/18/dois-anos-da-minha-vida%e2%80%a6 Tinha vindo de França para ficar de vez aqui em Portugal.
Tinha eu 13 anos e uma vida cheia de sonhos e vontades.
Hoje tenho 21 anos e algumas coisas se concretizaram outras se realizarão mais tarde… tenho fé disso. Aliás uma das coisas que esta escola me ensinou foi ter fé e quando a refiro a ela não só falo do facto de acreditar em Deus mas sim acreditar em tudo… isso engloba acreditar em mim, nos outros, na natureza. Para isso estiveram presentes pessoas a quem hoje devo muito do que eu aprendi, do que eu sei, do que eu sou.
Eu adorei estudar no Colégio Salesiano de Poiares e de participar na vida da instituição no seu todo e em todas as suas componentes. Uma das coisas que gosto de fazer é pensar… fazer pequenas reflexões, fazer pequenos raciocínios que me dão uma pequena luz do que eu deva fazer ou não… isso é um hábito que vem dessa época devido ao facto de haver o bom dia no início de cada dia de trabalho. Ainda me lembro que era feito por professores e a maior parte dos quais deixavam-se levar pelo coração e diziam com todas as letras o que sentiam. Contudo nada pára aqui, porque a ligação professor – aluno passava desse limite… muitas da vezes, fora das salas de aulas, e por vezes dentro, via-se algo muito equivalente a uma relação de amizade, de cumplicidade, de fraternidade. Se hoje sou uma pessoa licenciada, com um percurso académico de bom nível do ponto de vista geral… mas que para mim, na minha maneira de ver foi muito bom… Mas isso o devo sobretudo a uma pessoa: Professor Paulo Silva. Esse mesmo homem sempre foi um exemplo para mim, como um ídolo ou algo que pode ter características muito semelhantes. Um exemplo disso é sem dúvida um pequeno momento que me ficou na cabeça e nunca mais me deixou. Para explicar a acentuação das palavras em português, de pois do almoço, este mesmo professor chamou-me para o bar e estivemos um pouco a falar sobre o assunto… tal como este, tenho muitas recordações muito boas. Foi ali que conheci muitas pessoas, tanto os alunos como pessoas que lá trabalhavam… gente de quem guardei imagens e mesmo passados 6 anos ainda guardo juntamente com saudade de lá voltar.
Um dia tirarei um momento para ir lá e voltar a ver a escola que me ensinou muito, que me pôs no caminho do sucesso onde hoje eu estou…

Tony Carvalho

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Thu, 18 Dec 2008 19:40:46 +0100
Vontade http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/12/09/vontade http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/12/09/vontade Quando menos esperamos o mundo desmorona-se perante tudo e todos.
Aqui sentada quando a vontade é fugir.
Aqui sentada quando a vontade é desaparecer.
Aqui sentada quando a vontade é reagir e não conseguir.
Aqui sentada quando a vontade é morrer.
Não há vontade para nada, rir, alegrar, felicitar, solicitar e muito mais, só desaparecer para outro lado, para outra terra, outra casa, outra vida, outra família, outros amigos.
Ninguém entende, ninguém pergunta, pois é tão invisível, tão insignificante para a que rodeia, só tiram conclusões precipitadas, não sabem distinguir a tristeza da chatice.
Tudo e todos preferem ignorar, não ver, fazer sentir invisível e insignificante, pois, dão atenção ao que querem e abusam do que têm naquele momento, troçando, rindo pois acham mais interessante do que dar realmente atenção ao que devem.
Tudo o que fosse mania havia de acabar. Chega! Chega de pensar erradamente sobre algo, chega de só dar atenção ao que se quer, chega de ignorar os outros. Chega! Acabou!
Tudo aquilo que acredita e quer e sonha vai-se embora numa fracção de segundos, de um momento para o outro, sem um adeus.
Abandono devia ser proibido, em todos os casos pois é desprezível, quem decidisse essa situação deveria deixar de existir, desaparecer, evaporar-se pois sentem-se como que mais pequeno que um insecto minúsculo, triste, vontade de chorar, sair do lugar onde se encontra no momento, ignora claramente pois tem prazer no que faz.
Fala do que lhe apetece, bem ou mal, para tal tanto faz que seja agressão ou defendera, desde que tenha algo que não faça adormecer e passa mel onde quer, a quem quer, destrói o que quer.
Destrói muito pois o outro é que fica mal, desanimado, e até que pensa, de que vale viver? Porque está aqui? Que faz aqui? Que quer? Não há respostas para tais questões tão difíceis, pois, ninguém tem essas respostas.

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Tue, 09 Dec 2008 20:43:16 +0100
Afinal não serve de muito… http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/12/08/afinal-nao-serve-de-muito%e2%80%a6 http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/12/08/afinal-nao-serve-de-muito%e2%80%a6 Desde muito cedo dei por mim a desenvolver uma personalidade baseada na rectidão das decisões, desde sempre me ensinaram em nunca fazer determinadas coisas e que pelo contrário tinha fazer tais coisas… de nada valeu, porque afinal de contas não é isso que nos deixa lutar pelo que nós queremos… sempre sonhei que amar iria ser uma coisa muito boa… no qual duas pessoas trocam os seus sentimentos através de demonstração de sentimentos… nisso inclui-se as maiores barbaridades que se dizem sem saber o que dizer, as promessas que muitas vezes não de comprem, os beijos tanto dados como roubados… até chegar ao ponto de falar em fazer amor… expoente máximo de tudo isso… bem disse fazer amor, no não se inclui o factor puro sexo… Ideias muito bonitas… mas que afinal de contas não servem de nada…
Vi que tudo isso era uma mentira, vi que nada era exactamente assim… aliás vi que nada era assim… vi que mais se via para o presente de curto prazo… o presente que não de todo para saber o que é viver sentindo… viver tendo o sentimento presente de que o amor existe… de corpo e alma… Afinal de contas meus belos ideais acabaram em ruínas destruídas por algo de mais mesquinho… afinal de contas os grandes acabam sempre dominados pelos mais pequenos… tal como Roma dominou a Grécia… Tal como ela, por sua vez pelos bárbaros… e nada consegue deter isso… e fico pensando nisso… E como tenho que ficar então? E a pergunta fica sem resposta…
Passado algum tempo, depois de me deixar de tolices que não me levavam a lado nenhum, depois de deixar de acreditar que o der humano tem capacidade de saber viver como de facto tem algum sentido, pensei que afinal de contas sou eu quem está deslocado no tempo… talvez seja… não sei… mas foi uma ideia que ficou muito tempo invadindo o meu cérebro… E foi crescendo com isso em mente…
Até à pouco pensei que em me apresentando mais seguro perante a sociedade me daria autoridade para poder escolher as armas que me dava o direito de poder ser como sou independentemente do que os outros pensem… apenas trabalhar para mim… fazer o que realmente me dava na real gana… mas sei que não dá muito bem e realmente rapidamente notei que não mudava muito em tudo o que eu queria… nada mudava de todo… foi o momento em que me deixou perdido, foi o momento que me matou em todos os sentidos… e agora não sei quem eu sou, não sei o que eu quero… não sei de nada… e assim estou… perdido… e sem saber o que fazer…
Agora que tentei viver segundo dois modos diferentes, agora que tentei ter o que mais queria que era ter os meus ideais que me fizeram crescer enquanto pessoa e que eram factor de demonstração de sabedoria e de emoção controlada… tudo com vista a uma vida que daria acesso a uma satisfação mental e internamente gratificante… com a companhia de momentos perfeitos a serem recordados… a serem aceites… e mais alguma coisa… Mas não consigo viver assim… agora não sei como fazer porque se o método primeiro não deu em nada… se o segundo nada mudou… como se faz?

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Mon, 08 Dec 2008 23:23:34 +0100
munina krisss 2 http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/12/08/munina-krisss-2 http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/12/08/munina-krisss-2 Indecisa por tudo infeliz para todos. Tudo cego tudo mudo são não chove nem faz sol. Como sempre invisível nada dá por nada. Sem razão de sol só quer chover, pois, ao chover sai tudo, fica mais limpo mas nem sempre. Contudo não pode chover porque tem que estar sol mas não consegue. Só quer chover mas está invisível. Nada vê, quer dizer, vê mas faz para não, pois, só quer saber de si e mais nada. Está bem quente, pois, nunca brilha sozinha, se deixa as estrelas já tem outras à espera. É injusto haver coisas assim nunca se pensa no resto, só no próprio. Desistência é o que a chuva quer mas não consegue, pois, só quer chover. Quando está a chover há algo mais que chove e então ainda mais invisível fica à vista de tudo. Deixou a estrela e anda com a sua outra estrela, pois, não lhe interessa nada e não a vê, quer dizer, dá a entender que é invisível.

Por fim chove torrencialmente sem conseguir parar, pois, não há mais sol nem lua nem estrelas. Um buraco negro que suga tudo à passagem, Cada vez chove mais sem parar e quase sugada pelo buraco negro quase a desaparecer e ao abalar, abala tudo, céu e terra, sol e lua, mar, estrelas. Apesar de tudo deseja parar mas não consegue, pois, gosta de si assim, molhada. Podia ser só um simples pesadelo para assim terminar ao acordar.

munina krisss

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Mon, 08 Dec 2008 23:20:33 +0100
munina krisss http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/12/08/munina-krisss http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/12/08/munina-krisss Quando menos esperamos o mundo desmorona-se perante tudo e todos.
Aqui sentada quando a vontade é fugir.
Aqui sentada quando a vontade é desaparecer.
Aqui sentada quando a vontade é reagir e não conseguir.
Aqui sentada quando a vontade é morrer.
Não há vontade para nada, rir, alegrar, felicitar, solicitar e muito mais, só desaparecer para outro lado, para outra terra, outra casa, outra vida, outra família, outros amigos.
Ninguém entende, ninguém pergunta, pois é tão invisível, tão insignificante para a que rodeia, só tiram conclusões precipitadas, não sabem distinguir a tristeza da chatice.
Tudo e todos preferem ignorar, não ver, fazer sentir invisível e insignificante, pois, dão atenção ao que querem e abusam do que têm naquele momento, troçando, rindo pois acham mais interessante do que dar realmente atenção ao que devem.
Tudo o que fosse mania havia de acabar. Chega! Chega de pensar erradamente sobre algo, chega de só dar atenção ao que se quer, chega de ignorar os outros. Chega! Acabou!
Tudo aquilo que acredita e quer e sonha vai-se embora numa fracção de segundos, de um momento para o outro, sem um adeus.
Abandono devia ser proibido, em todos os casos pois é desprezível, quem decidisse essa situação deveria deixar de existir, desaparecer, evaporar-se pois sentem-se como que mais pequeno que um insecto minúsculo, triste, vontade de chorar, sair do lugar onde se encontra no momento, ignora claramente pois tem prazer no que faz.
Fala do que lhe apetece, bem ou mal, para tal tanto faz que seja agressão ou defendera, desde que tenha algo que não faça adormecer e passa mel onde quer, a quem quer, destrói o que quer.

munina krisss

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Mon, 08 Dec 2008 23:18:54 +0100
Encontrei- te... Falta saber se és mesmo tu... http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/11/22/encontrei-te-falta-saber-se-es-mesmo-tu http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/11/22/encontrei-te-falta-saber-se-es-mesmo-tu Um dia foi a um local onde não costumo ir... onde não costumo entrar de medo de sair sem nada do que eu procuro...
O medo está sempre ao meu lado... mas eu sentia-me só, estava a sofrer da solidão. Não tenho ninguém e ningém me vê como sou e como estou... será normal? De facto sim, sem dúvida porque muitos sofrem da solidão e não admite que precisam de serem amados... eu admito. De nada serve? Até pode ser verdade... mas pelo menos sou sincero com a vida... comigo. Posso exagerar na forma como falo mas já faz oito anos que estou assim... Se todos fogem a isso, se todos preferem esconder o que se passa, o que sentem e o que vivem... eu não. Sou a voz da mudança, serei quem dirá sempre o que sente... mesmo que isso seja algo que alguém queira fazer esquecer, que alguém queira destruir...
Contudo tentei a minha sorte, tentei a ver se arranjava um momento de conversa... só isso. Falei contigo durante um tempo... falei contigo e deu para ver que estavas magoada. Tentei fazer de tudo para que te sentisses aconchegada... em resumo, Amei-tede verdade. E foi o que me fez escrever o seguinte:

"Ao tentar amar-te, acarinhar-te e fazer sentir-te importante... acabei por me sentir amado e aconchegado... mesmo que isso não passou de contacto virtual... agora sinto um pouco a tua falta... tenho saudade desses momentos em que falavamos mesmo que não seja para nada dizer... nada comentar... era uma ligação que havia e que não queria perder, mas pelo que vejo, perdi... Tenho saudades tuas... Não sei porquê mas... fica a pergunta no ar."

Com este texto não quero adiantar nada, não quero criar uma ideia... contudo acho que apaixonei-mepor uma pessoa que não passou de virtual... que não passou de uma presença ausente... e não sei se é isso. Aliás não sei se é paixão, se é amor ou se é apenas resultado de tudo o que vivi... de tudo o que senti falta até agora... não sei... mas mais do que isso não sei é apenas uma fase de transição...
O que entendo por fase de transição pode ser vista como uma adaptação a um cenário que se pode tornar real... não sei e sendo assim fica a dúvida no ar...
Se algum leitor tiver resposta a essa dúvida... ou pelo menos uma possível resposta... deixo a hipótese de escrever um comentário...

Tony Carvalho

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Sat, 22 Nov 2008 21:30:08 +0100
Conta-me o que é feito de ti... http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/05/13/conta-me-o-que-e-feito-de-ti http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/05/13/conta-me-o-que-e-feito-de-ti Perdi o teu rasto...
Desde de sempre que me afasto
do facto de teres ido embora por minha causa...
não sei o que isso te causa
mas a mim,
para mim,
em mim...
É o fim...

Por isso te peço que me digas...

O que é feito de ti...
Nem só as palavras falam por si...
Nem sempre o que se vê é o que vi...
A única verdade que ficou é que estou com saudades tuas.
Ando perdido pelas ruas
à tua procura...
em busca da minha cura...

Por isso te peço que me digas...

O que é feito de ti...
Não me mintas...
Não digas o que não sintas...
Não finjas...
Se estás bem ainda bem para ti...
Ao contrário não se deixa as coisas assim... muda-se por ti...

Apenas...
Conta-me o que é feito de ti...

Tony Carvalho

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Tue, 13 May 2008 15:04:09 +0100
Não percebo... Não quero perceber... http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/05/13/nao-percebo-nao-quero-perceber http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/05/13/nao-percebo-nao-quero-perceber Escondo-me de uma realidade, ou será ela que se molda ao meu olhar? Serei eu quem não percebe, ou serei eu quem não quer perceber que algo mudou? Aproxima-se algo que me mete medo e que ao mesmo tempo é um desafio... aproxima-se talvés alguém... ou será uma ilusão que eu quero ver realizada? Não sei, parece que para isso tornei-me cego... Ou será que não...
Paro um pouco e e tento ouvir alguma coisa, uma delas tem de ser o meu coração. Tenho de decifrar aquilo que ele diz... Tenho de perceber...
Deposi deste passo tenho de pensar naquilo que eu quero de facto... mas não será deixar passar demasiado tempo? E se tudo acaba antes de começar? Ajuda é palavra de ordem... alguém a pode enviar? Será isso possível? Gostaria que sim afinal não tenho jeito para estas coisas! Não nasci ensinado, no máximo sou apenas um ser com alguma inteligência... uma verdade verdadeira para realçar uma pequena verdade... Continua-se então assim duvidando, lamentando talvés a falta de iniciativa... por mais razões que haja para isso, nada explica... nada deveria ser aceite... e continua-se...
Tudo isto é um processo que é pouco racional, pouco razoável e que em nada se tem uma garantia... Garante-se apenas que no caso positivo é algo de único... no caso de negativo, morre-se aos poucos até ao momento de renascer... é assim... e renasce-se com uma nova força e vontade de vencer, mas até lá... um longo caminho tem de ser percorrido... é assim... e assim duvido que a faísca caia na direcção certa... é sempre assim e parece não mudar...
Mudo de parágrafo para limpar a imagem imatura do anterior a ver se há um crescimento de última hora... agora... nã? E então agora? Também não? E agora, o que eu faço? Volto ao anterior? Bolas... Tudo por nada? não poder ser... volto a mudar... não desisto na minha escrita, já que no resto não demonstro grande avanço... O que será preciso para tal? Não sei...
Mudo então outra vez de parágrafo sem a certeza de nada... mas tento uma luta... há que lutar... lutar e lutar... duro de preferÊncia... tem de ser assim... e nada muda isso... embora sabendo que tenho medo... medo de que tudo volte ao que era antes... ao que era... ao passado... isso não pode ser... e farei o possível para que tal não aconteça... é a minha forma de viver... nada acontecer duas vezes seguidas (talvés mais!) Mas já agora como a que se faz? Olha vale mais abandonar porque concluo que não sei nada... nada sei sobre isso... e penso que njunca saberei... É assim... Assim é!

Tony Carvalho

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Tue, 13 May 2008 11:17:44 +0100
Foi por pouco… http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/05/08/foi-por-pouco%e2%80%a6 http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/05/08/foi-por-pouco%e2%80%a6

Foi por pouco
Que não me deixei levar coisas que me ruíam,
Seja por dentro… seja por fora…

Foi por pouco
Que não me deixei lamentar as coisas que chorar me fizeram,
Seja no passado… seja agora…

Foi por pouco
Que não deixei que a minha vida e alma não se entendam,
Seja no local… seja na hora…

E…

Por mais
Que me esforçasse
Para atingir os meus sonhos…

Por mais
Que algo tentasse
Para construir uma identidade…

Por mais
Que o que sou mudasse
Para dar sentido a tudo o que sou…

Nada me deu um bem, para o passado…
Nada me deu uma vontade, para o presente…
Nada me deu uma esperança, para o futuro…

E assim perdi-me…
E assim defendi-me de tudo que pudesse magoar-me…
E assim, esquecendo… talvez esquecer-te… esqueço-me…
E assim desfaz-se o ácido sentimento que destrói-me…

Acaba por se notar que…
Foi por pouco…
Não mantive a minha lucidez…

Tony Carvalho

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Thu, 08 May 2008 12:10:05 +0100
Não espere! http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/03/27/nao-espere http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/03/27/nao-espere Não espere por um sorriso para ser gentil
Não espere ser amado para amar
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está ao seu lado
Não espere pela doença para reconhecer quão frágil é a Vida
Não espere pela dor para acreditar na Oração
Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante para si
Não espere pelo melhor emprego para começar a trabalhar
Não espere pela separação para procurar a reconciliação
Não espere pela queda para se lembrar do conselho
Não espere elogios para acreditar em si mesmo
Não espere ter dinheiro aos montes para depois contribuir
Não espere por pessoas perfeitas para depois se apaixonar
Não espere por a mágoa para depois pedir perdão
Não espere por o dia da sua morte sem antes Acreditar Na Vida.

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Thu, 27 Mar 2008 13:09:36 +0100
Haveria mais para dizer… http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/03/27/haveria-mais-para-dizer%e2%80%a6 http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2008/03/27/haveria-mais-para-dizer%e2%80%a6 Haveria mais para dizer sobre o mundo que nos rodeia, sobre os problemas que atormentam, sobre os sonhos que temos, os pesadelos que matam a alma e a vida… mas se diz sobre isso porque ninguém quer saber…. Pede um momento para ser ouvido e ninguém o arranja, todos correm para a direita… para a esquerda… para a frente… para trás… para todo o lado, para lado nenhum… tudo por sabe-se lá o quê… contudo o que espera pelo tempo de alguém, está sozinho sentado provavelmente numa escada a pensar no que de facto seria a vida dele se alguém o ouvisse, se alguém o visse com os olhos de ver… talvez se tornasse algo de diferente… então, nessa situação divaga sem fim… à espera de um ouvido amigo que o queira ver como ser presente… não ausente…
Sem nada dizer, tudo dizendo, vê-se uma situação que muitos comentariam com um: “coitado, eis um exemplo de uma pessoa abandonada pela sociedade… não sei de facto até aonde vai a maldade deste mundo… não sei… não…”. Mas, por outro lado, se esse facto se tornasse concreto na sua vida de certeza que viraria costas… por isso é que se fala muito em crescimento económico, em lucros, em baixo défice orçamental… mas de facto, e aproveitando a forma de expressão de um político português, estamos em défice de racionalidade humanista, em défice de interesse verdadeiro pelo próximo, em défice de transmissão de afecto… e em excesso de rivalidade negativa, de necessidade de vingança de reduzir o outro em nada… mais do que propriamente para o que o outro tem e que eu tenha de ter… nada nos ensina para o bem, nada nos ensina para o mal… provavelmente daí parta o vírus de tudo isso… possivelmente… a falta de preocupação em ver o outro a atingir o objectivo de todos… a felicidade… contudo implementou-se o “eu primeiro, os outros vêm depois…”, mas esquecem-se que enquanto os outros estiverem tristes, nós também estamos… daí o Homem ser um ser civilizado e de necessidade de comunicação… mas isto tudo tornou-se sem dúvida numa selva sem líder, sem liderados… boa perspectiva de liberdade, contudo não deixa de ser uma liberdade desigual… entre os mais fortes e os mais fracos… dos mais ricos e dos mais pobres… dos mais habilidosos e dos mais pensativos… basicamente vivemos numa desigualdade de oportunidades e de situações, mas ninguém admite dar o primeiro paço para que isto mude…

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Thu, 27 Mar 2008 13:07:56 +0100
EIS O QUE EU SINTO http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2007/12/07/eis-o-que-eu-sinto http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2007/12/07/eis-o-que-eu-sinto EIS O QUE EU SINTO
EIS O QUE EU SOU...

deixei de te ter...
deixei de existir...
deixei de te ver...
deixei de viver e de sentir...

morri no momento em que disseste...
"desculpa mas não..."
basicamente a minha existencia ta perto d fim...
porque a minha vida está a ser em vão...

deixei de ter vida...
e não penso senao na ida...
mesmo assim não deixeide querer... como querida...

sentido não faz...
a minha vida também não...
por isso é que acaba tudo aqui... ou não...

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Fri, 07 Dec 2007 17:31:15 +0100
AGORA SEI O QUE SENTE UM POETA... http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2007/12/07/agora-sei-o-que-sente-um-poeta http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2007/12/07/agora-sei-o-que-sente-um-poeta
Pensei que tudo que eles escreviam... era tudo uma treta, contudo hoje é o dia que passei a ser um comprovativo do que sentem todos aqueles seres que há partida pareciam estar numa vontade de exagerar... em tudo... mesmo na vontade de pôr termo às suas vidas... talvez eu também deveria pensar no mesmo... pelo menos não teria todo o sofrimento... pelo menos eu estou completamente cansado de estar a fazer para a felicidade dos outros e a vida não ter um pouco de generosidade para comigo... eu estou triste com a vida... eu estou revolktado com a vida...

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]]> Fri, 07 Dec 2007 17:11:40 +0100 Porque será que nunca sei ler o olhar de quem olha para mim… http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2007/11/26/porque-sera-que-nunca-sei-ler-o-olhar-de-quem-olha-para-mimae http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2007/11/26/porque-sera-que-nunca-sei-ler-o-olhar-de-quem-olha-para-mimae Porque será que nunca sei ler o olhar de quem olha para mim…
Sem dúvida de que eu sou como muita gente, como aqueles que se ata a uma inutilidade… que se liga a algo que não serve de grande coisa… contudo eu não sei como, porquê mas sinto sempre que há alguém que me vê com outro olhar… com os olhos de quem vê um outro alguém em mim, mas não sei… será que essa mesma pessoa gosta de alguém como eu, alguém que não sabe o que fazer da sua vida; ou melhor dizendo… sabe mas tem sempre uma escapatória… e mais será que essa mesma pessoa estaria pronto para receber alguém como eu, sem mais nada do que… pouco mais do que nada… não de facto não sei… vejo as duas portas que estão à minha frente e penso: “qual será a porta que me levará até ao caminho certo… até à felicidade, ou pelo menos o inicio disso… uma está preta e não tem qualquer sinal de muito bom, contudo a outra tem um ar tão apetecível de ser aberta que tenho medo do que possa encontrar do outro lado: uma anedota? Sofrimento? Amor? Felicidade? Não sei de facto como posso saber a verdade sem propriamente ter de abrir as portas… mas nada indica o caminho… temos de escolher a dedo e depois sofrer as consequências, sejam elas boas ou más… contudo eu já tenho um leque muito grande de decisões mal escolhidas e não queria continuar com este tipo de acontecimentos… já estou cansado disso… por isso peço a ajuda de uma pessoa que me saiba orientar…
Contam-se já muitas as vezes que eu quis amar… mas que a pessoa por quem tinha um afecto especial, não o tinha para mim, contudo sempre parecia mandar alguma mensagem para que eu pensasse que elas também tinham a mesma coisa no seu pensamento: receber e dar os mesmos afectos… foi até agora mentiras e mais mentiras, daí eu estar cansado… e sem contar com muita coisa… acontecimentos que destroem aos poucos o mundo de uma pessoa… de toda uma vida que vai no inicio, por vezes no meio e até no fim para ao que não querem aguentar este tipo de pressões…
Desta vez penso que é diferente porque os seus dois olhos azuis olham para mim, dizem ou pelo menos fazem que dizem que gosta de mim… mas tenho o receio de ver mal as coisas… possivelmente tenho de começar a preparar o terreno… para que a minha declaração tenha um efeito positivo… mas de facto não sei, tenho demasiadas dúvidas para chegar a esse ponto… contudo já vou fazer uma maqueta de declaração:

“Podia estar com mil e um rodeios, mas nunca chegaria a lado nenhum… poderia invocar o nome de mil e uma pessoas mas não chegaria à pessoa de quem eu quero falar… poderia falar de passado e de futuro… mas não teria tudo o que eu queria… e uma delas é sem dúvida o presente, porque aqui e agora tenho de te dizer que ao longo destes anos as coisas mudam, tanto para melhor, tanto para pior… e de facto eu mudei depois de muita coisa que vivi… coisas boas… coisas más… mas há uma coisa que ainda não consegui classificar… porque já me deu dores de cabeça… mas também porque já me fez sonhar… porque fez-me levantar grandes dúvidas… mas porque ajudou-me a conquistar certezas… apenas falta o golpe final que fará cair o pano final do romance… ou da tragédia… tudo isto porque mesmo não sendo Romeu… eu encontrei a minha Julieta… e és tu… assim vai a pergunta: Queres dar um final feliz a esta história?”

Este é um modelo possível mas se calhar o seguinte é melhor…

“Procurei um oceano… e de facto encontrei-o no interior de um país… mas ao longo dos tempos não vi as tempestades que se falavam nos lusíadas… então pensei que algo estava mal… foi então que vi que me tinha perdido no teu olhar… perguntei-me então a razão pelo qual isto tinha acontecido… mas não encontrei até que o velho do Restelo disse-me em voz alta… quiseste conquistar a terra que pensavas prometida mas foi ela que te conquistou falta saber se ela quer de ti… e perguntei-lhe como podia eu ter noção da verdade… apenas ouvi, pergunta-lhe que ela responderá… assim sendo: será que a minha paixão conseguiu invadir o teu mundo… será que esse teu coração foi conquistado pela minha alma?”

Não também acho que não é grande coisa… mas o melhor é dizer-lhe: Amo-te… mas acima de não saber como o dizer-te não sei como demonstrar… podes me dizer como se faz?

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Mon, 26 Nov 2007 15:12:50 +0100
Retrato de Um AMOR confuso… http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2007/11/06/retrato-de-um-amor-confuso%e2%80%a6 http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2007/11/06/retrato-de-um-amor-confuso%e2%80%a6 Deixo para trás todo o problema do título e passo logo para o conteúdo com medo de perder tudo que tinha decidido escrever. Pois o que eu vou escrever não é de todo história, é sem dúvida uma realidade que poucos conhecem. Apenas uma pessoa como poderia ter a falta de estatura para dar à luz algo como isto… dar uma visão da falta de qualquer coisa.
Ao longo da minha vida, sobre tudo evidenciado nos últimos anos, tem me feito notar que falta de facto algo na minha vida que está vazia… vazia de tudo, mas principalmente de sentimentos bons… maus, já estou farto. Quando penso neles, penso que sou um embriagado que não sabe o que está a fazer… e assim perco o fio à miada e deixo que o meu raciocínio deixe de ter mão no que quero dizer, no que eu quero pensar e no que de facto sinto. Confusões atrás de confusões vêm me dando todos os males do mundo… e eu apenas sei fechar todo o meu sofrimento, sem que este deixe vá parar a ouvidos que não querem saber disso para nada ou pior… que este se torne ponto fraco de uma pessoa que está muito debilitada…
Cada história tem um início empolgante e elegante… nada parece ser real, nada parece ficção, nada… mesmo nada… toma uma aparência de verdade conveniente, de desejada… passado isso vem em força o que mais destrói, mas também o que pode salvar… o medo; esse mesmo ser dá voltas ao estômago por pouca coisa… a percepção de uma mentira ou de uma verdade inconveniente é de facto motivo para… que se queira por as coisas em pratos limpos… e não ficar numa paisagem enublada à espera de D. Sebastião. Então passa-se à acção… e por momentos, deixa-se as coisas paradas, sem barulho, sem movimento… volta-se a insistir, mas nada… voltamos outra vez… e aí aparece algo que se poderia chamar de tempestade, algo que arrasa com tudo… não deixando nada em pé para contar algo… cria-se assim um cenário de morte e de fim… cria-se um cenário que leva tudo ao desespero e quem sabe… ao suicídio…
Essa fase é sem dúvida algo de perigoso e sem grandes possibilidades de retorno… e quem sabe, algo com junção de vontade para navegar nesse sentido… já que me levaste tudo, porque não me levas a mim? À espera de rir-te da minha desgraça? Ou pura falta de atenção? Possivelmente um pouco dos dois… contudo há de falta algo: A introdução de mais uma confusão ao baile…
A minha pessoa tem uma facilidade de criar macaquinhos que não se consegue perceber nada… em primeiro, faço algo de muito estúpido que é deixar-me levar por uma mentira… mente-se a torto e a direito e depois quem sofre as consequências são os outros… como de facto aconteceu… deixei-me levar por alguém que afirmou com todas as letras que não tinha ninguém, quando isso era mentira… e eu, feito que nem um palhaço, deixo o vento levar-me para longe de terra firme em busca de um tesouro… contudo esse mesmo arzinho virou furacão e fez-me embater contra uma costa rochosa que não tem mínima vida… até que um navio passou por aí e recolheu a minha alma… aqueceu-a, e deu-lhe algum conforto. Agradecida pelo acto, conta o que de facto aconteceu… a marinheira que ouviu essa narrativa ficou sem reacção… então manteve o conforto até que de repente a máquina avariou. Eu, com algum conhecimento em mecânica tentei compor… antes que lá chegasse já estava de novo em marcha… deixou a mágoa em mim por não ter feito nada… e aí criou-se um sentimento de perda de algo. Contudo uma luz que apareceu… acho que foi o que me distraiu de tudo… e essa dizia algo que não conseguia decifrar… estava tão destorcida que não conseguia avaliar o que estava a ser dito… depois desapareceu e veio aos meus olhos imagens do espaço… do universo… então era mentira… mas tenho saudade dessa mentira, da possibilidade de ser amado… de poder ter alguém que goste de mim pelo que sou… poder gostar dessa pessoa como nunca tinha amado ninguém… tenho saudades de uma pessoa que me deixou na realidade mas que se esqueceu que sozinho eu vou me perder… digo ou não que estou no meio do nada e que tenho a sensação que vou morrer assim? A minha reacção para asneira seria de dizer… mas já estou cansado de fazer asneira… e tenho medo de perder o pouco que tenho vindo a conquistar. Sentir com a alma é de facto algo de muito difícil de compreender e isso não sei… não consigo… demasiado desgostos seguidos não levam a lado nenhum e deixa qualquer um à borda do abismo…

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Tue, 06 Nov 2007 15:07:49 +0100
Horizonte perdido… http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2007/05/07/horizonte-perdido%e2%80%a6 http://criarnovaliteratura.nireblog.com/post/2007/05/07/horizonte-perdido%e2%80%a6

Sei que tens o olhar perdido no alem…
Nunca estás presente…
Sempre, pelo contrário, ausente…
Seja de corpo… seja de mente…
Tens um pensamento que vai e vem…
Escondes que estas a entristecer…
Que as tuas lágrimas estão a correr…
Felizmente,
Fascinantemente,
Inteligentemente,
Consegues sorrir…
E não apenas partir do que se sente…

Espero pelo dia em que tiveres
O que todos os seres
Precisam… a felicidade…
Para isso precisas de uma vivacidade
Que parte da alma…
Mas tudo com calma…
Não precisas de te magoar
Para até ao paraíso voar
E doar
todo o amor que o teu coração pode dar…

repito,
nada disto tem a ver
com qualquer outra coisa senão
o que eu sinto…
amizade forte pelo teu ser…

Tony Carvalho

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Mon, 07 May 2007 13:13:27 +0100