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AGORA SEI O QUE SENTE UM POETA...
É assim que eu me sinto depois de sentir como se um camião tivesse passado por cima de mim...

08/12/2008 GMT 1

munina krisss 2

tonycarvalho @ 23:20

Indecisa por tudo infeliz para todos. Tudo cego tudo mudo são não chove nem faz sol. Como sempre invisível nada dá por nada. Sem razão de sol só quer chover, pois, ao chover sai tudo, fica mais limpo mas nem sempre. Contudo não pode chover porque tem que estar sol mas não consegue. Só quer chover mas está invisível. Nada vê, quer dizer, vê mas faz para não, pois, só quer saber de si e mais nada. Está bem quente, pois, nunca brilha sozinha, se deixa as estrelas já tem outras à espera. É injusto haver coisas assim nunca se pensa no resto, só no próprio. Desistência é o que a chuva quer mas não consegue, pois, só quer chover. Quando está a chover há algo mais que chove e então ainda mais invisível fica à vista de tudo. Deixou a estrela e anda com a sua outra estrela, pois, não lhe interessa nada e não a vê, quer dizer, dá a entender que é invisível.

Por fim chove torrencialmente sem conseguir parar, pois, não há mais sol nem lua nem estrelas. Um buraco negro que suga tudo à passagem, Cada vez chove mais sem parar e quase sugada pelo buraco negro quase a desaparecer e ao abalar, abala tudo, céu e terra, sol e lua, mar, estrelas. Apesar de tudo deseja parar mas não consegue, pois, gosta de si assim, molhada. Podia ser só um simples pesadelo para assim terminar ao acordar.

munina krisss

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